Correr vai além do ato de dar pequenos saltos para frente.
Hoje vou te mostrar o que a ciência confirma ou não na relação entre corrida e bem-estar emocional, além de te contar uma boa história.
Psicologia e nosso “oitavo sentido”
A interoceptividade é a nossa capacidade de reconhecer e interpretar mudanças no corpo, sinais fisiológicos como batimentos cardíacos, tensão muscular e temperatura. Ela é considerada essencial para nossa autorregulação emocional. Calma, é mais simples do que parece.
Na prática, quando sentimos o coração acelerar ou o trapézio tenso, identificamos que não estamos bem, respiramos fundo para nos acalmar ou vamos correr para diminuir a tensão.
Pesquisas indicam que o aumento da consciência interoceptiva pode melhorar a resiliência ao estresse e a regulação do humor.
A corrida, ao exigir que ouçamos os sinais do corpo a cada passada, é um ótimo treinamento dessa habilidade.
História com a corrida que virou livro
Agora conheça um pouco da história da Bella M., autora do livro “Corra: como a corrida salvou minha vida”.
Bella ficou muito abalada após viver um divórcio e enfrentar a depressão, sem ânimo ou vontade de levantar do sofá por horas. Chorava bastante.
Até que um dia decidiu calçar seus tênis e correr. Claro, foi exaustivo e não durou muito, mas algo despertou dentro dela.
Então Bella criou metas alcançáveis, aumentou o tempo de corrida aos poucos, fez flexões, até retomar o brilho nos olhos, após anos.
E a ciência reforça isso: correr melhora seu humor e reduz sintomas de depressão, ansiedade e estresse.
Corrida vai além do benefício físico
A mensagem que quero compartilhar contigo hoje é simples: aproveite cada treino e prova do seu jeito, no seu tempo, respeitando quem você é agora.
Lembre-se de que a corrida é mais que um esporte, um verdadeiro estilo de vida.
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